Melhore o ambiente da sala de aula com o tratamento acústico

Por GypCenter em

Capacidade de concentração e aprendizado dos alunos podem sofrer interferência dos ruídos nas salas de aula. Saiba como utilizar o tratamento acústico para melhorar o ambiente.

Uma pesquisa feita pela Unicamp com alunos de escolas municipais, estaduais e particulares revelou que 70% dos estudantes se incomodam com o barulho que vem de fora das salas de aula. Desses, 60% apresentam dificuldades para realizar as lições, 10% não entendem direito o que a professora fala e 6% afirmam sentir dores de cabeça ou de ouvido ao final de um dia letivo. Tudo isso devido a falta do tratamento acústico do ambiente de aula.

Por vezes o tratamento acústico é negligenciado pelas escolas e também pelos pais na hora da escolha do local mais adequado para a formação escolar dos seus filhos.

Mas esse é um dos principais fatores da diminuição da capacidade de concentração das crianças e jovens, o que ocasiona na dificuldade de aprendizado dos mesmos.

E na sala de aula a boa comunicação é o principal objetivo. Uma sala mal projetada acarreta altos níveis de estresses aos professores e alunos, comprometendo a qualidade do aprendizado.

Tratamento acústico em escolas

Problemas da falta de tratamento acústico

Ainda de acordo com a pesquisa, para quase todos os alunos, as maiores fontes de barulho são os próprios colegas. Enquanto os alunos falam alto, o professor, por sua vez, é obrigado a aumentar o tom da voz para se fazer compreender.

Além disso, o arrastar de cadeiras e os ruídos externos também atrapalham. Tanta agitação no ambiente de estudo pode causar estresse, falta de concentração e até mesmo uma progressiva perda auditiva, que, às vezes, apenas é sentida na fase adulta.

Como resolver o problema de acústica em escolas?

A primeira coisa que a administração das instituições de ensino pode fazer é uma avaliação das condições atuais e então iniciar as modificações necessárias para eliminar a poluição sonora em sala de aula. Apesar de necessário, isso não vai adiantar muita coisa caso não haja um investimento estratégico em isolamento acústico.

Para construir um ambiente mais confortável adequado para educadores e alunos minimizando os problemas causados pelo barulho excessivo, é essencial que o projeto seja realizado por um profissional especializado em acústica arquiteto.

Um bom profissional saberá identificar os problemas de isolamento e reverberação para desenvolver um planejamento específico capaz de minimizar isolar ruídos e tratar os sons nos diversos ambientes escolares.

Graças à variedade de soluções para tratamento acústico de ambientes, algumas vezes a solução pode ser simples e rápida e já em outras, um pouco mais complexa, demandando colégio não precisará encarar uma obra um pouco mais prolongada que vai, praticamente, refazer a construção.

Com o avanço da tecnologia, é possível encontrar ótimas alternativas para absorver e reduzir as trocas de sons e calor entre os meios interno e externo.

Se você trabalha com arquitetura ou construção civil, separamos 3 dicas rápidas para ajudar a entender as necessidades do projeto de acústica em escolas da melhor forma possível. Continue acompanhando!

1. Não fique preso à sala de aula.

O ponto de partida para um plano de tratamento acústico bem-sucedido em centros de ensino é entender que cada colégio tem uma estrutura diferente. Portanto, dedique o máximo da sua atenção para mapear de onde vem o barulho e na elaboração de um layout que proteja as salas de aula dos ruídos da quadra de esportes, de avenidas movimentadas, entre outras fontes sonoras.

Em prédios mais antigos, manutenções na construção nem sempre são capazes de impedir que o tempo crie frestas por onde os ruídos possam atravessar, invadindo outros espaços.

Construções mais novas também apresentam problemas. Por serem feitas de lajes e paredes mais finas, são menos eficientes quanto ao bloqueio do som.

Sendo assim, faça uma busca completa. Não são apenas as salas de aula que acumulam ruídos excessivos, mas também corredores, ginásios, pátios cobertos, salas de reunião de professores, diretoria, laboratório de ciências e entre outros.

Como arquiteto, você deve saber que todo tipo de parede já possui algum grau de isolamento do som. Se você quer elevar a eficiência desse isolamento, É preciso avaliar se este isolamento é suficiente para o conforto acústico de cada ambiente precisa e estudar a melhor alternativa de acordo com a estrutura atual determinada.

Com todos os locais identificados, você estará pronto para estudar as melhores soluções para resolver o problema.

2. Invista em isolamentos eficazes para paredes

Como arquiteto, você deve saber que todo tipo de parede já possui algum grau de isolamento do som. Se você quer elevar a eficiência desse isolamento, precisa estudar a melhor alternativa de acordo com a estrutura atual determinada.

Invista em drywall ou em forros e revestimentos que tenham desempenho comprovado com laudos e certificados com materiais densos. Eles são as opções mais utilizadas na criação de isolamento para reduzir a reverberação e garantir inteligibilidade acústica para impedir que o barulho reverbere em outro  nas salas de aula e outros ambientes onde a comunicação é imprescindível.

Dá para usar forros removíveis, placas acústicas coladas diretamente no teto, painéis nas paredes entre outras soluções espuma acústica, lã de vidro ou de rocha para proporcionar uma boa absorção do ruído.

3. Não ignore janelas e portas

Você sabia que as janelas acústicas são capazes de proporcionar reduções sonoras equivalentes à sensação psicológica de 60 a 80% no nível de ruídos?

As janelas antirruídos têm estrutura modificada para combater evitar que os ruídos de avenidas movimentadas ou do ginásio de esportes atrapalhe o andamento das salas de aula.  O vazamento do barulho entre as salas. Em função do nível de ruído, elas podem ser são feitas de vidros duplos ou
triplos e têm caixilhos mais espessos feitos de PVC ou alumínio.

Já as portas acústicas das salas de aula devem barrar os sons de conversação dos corredores e pátios, assim como as paredes são designadas para em ambientes onde há alta produção de ruído, como estúdios musicais. As portas de madeira maciça oferecem melhores resultados, mas ainda é preciso tomar
outros cuidados para se obter um isolamento acústico satisfatório. Apesar disso, elas podem ser personalizadas e instaladas em qualquer ambiente.

O tratamento acústico em escolas necessita da utilização de materiais corretos para garantir um isolamento apropriado mantendo e a qualidade de inteligibilidade reverberação do som em para unidades de ensino.

Como consequência, os alunos poderão ouvir a voz do professor com tranquilidade. Para o educador, os ganhos também afetam a saúde positivamente, uma vez que ele não precisará exceder o limite da voz.

É importante que o arquiteto desenvolva um projeto com produtos e soluções economicamente viáveis, com disponibilidade e facilidade de aplicação. Se você gostou de saber mais sobre acústica em escolas, aproveite para espalhar conhecimento compartilhando o post em suas redes sociais!

Conclusão

Oferecer as melhores condições de aprendizado para os alunos é o papel fundamental de todas instituições de ensino.

Investir em tratamentos acústicos ajuda não somente no ensino dos alunos, mas na qualidade de vida dos professores, que terão na acústica um importante aliado na transmissão de conhecimento sem precisar forçar seu instrumento de trabalho: a voz.

Na GypCenter você encontra soluções para esse e outros possíveis problemas para o seu projeto.

Saiba quais materiais usar


Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *